Ana Luísa Amaral (1956)

/ 940 leituras
Que mais fazer / se as palavras queimam / e tanta coisa em fumo em tanta coisa.

Filipa Leal (1979)

/ 1165 leituras
Nos dias tristes não se fala de aves. / Liga-se aos amigos e eles não estão

João Pedro Mésseder (1957)

/ 1052 leituras
De quantas árvores / se faz um livro... // Por isso os folheio / devagar 

Pedro Alvim (1935-1997)

/ 954 leituras
Um cão / de perfil / medita / o Outono

João Luís Barreto Guimarães (1967)

/ 832 leituras
Nunca tanto como hoje reparei com atenção / na / luz do sol de Janeiro. Forte

Paulo Abrunhosa (1958-2001)

/ 396 leituras
Angústias // Cristo: / mas o que vem a ser isto? / Maomé: / então, como é? / Buda: / quando é que isto muda?

Luís Veiga Leitão (1912-1987)

/ 1234 leituras
Natal é renascer / Homem ou pedra que se esconde / Renascer e nascer mudando / O tempo e o lugar onde

José Régio (1901-1969)

/ 1076 leituras
Mais uma vez, cá vimos / Festejar o teu novo nascimento, / Nós, que, parece, nos desiludimos / Do teu advento!

Rodrigo Solano (1879-1910)

/ 931 leituras
"Morrer! Volver ao Nada! Oh! quimera ilusória! / Nada se extingue totalmente. Sob a lousa,

António Rebordão Navarro (1933-2015)

/ 688 leituras
Da tinta / ou do sangue / fluem as palavras?

Agustina Bessa-Luís (1922)

/ 1291 leituras
Entre o desejo e a vontade dum homem há muitas vezes um abismo.

Fernando Lanhas (1923-2012)

/ 818 leituras
Ficamos assim a olhar para as coisas… / a não entender a mancha que não vive // mas desce e diminui, / não morre

Papiniano Carlos (1918-2012)

/ 1001 leituras
Um galo canta / na manhã futura. / Seu canto espanta / a noite escura.

Jorge Gomes Miranda (1965)

/ 1020 leituras
Às vezes tenho medo de esquecer tudo: / a casa onde nasci, o recreio

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Eduardo Vítor Rodrigues (1971)

ASSOCIAMOS algum deste trabalho a uma relação forte com as unidades de pediatria e obstetrícia do Hospital de Gaia. Além do aspeto social, temos uma missão de caráter estratégico que visa a sustentabilidade dos nascimentos em Gaia.

Rua da Estrada da Terra com Identidade

NESTE lugar onde se é bem-vindo apesar de não se perceber o nome que lhe puseram, informa-se que estamos numa Terra com Identidade. Está escrito mas não é o que parece: do asfalto aos eucaliptos, dos sinais de trânsito ao edifício-montra vazio, das casas ao poste de iluminação ou à cruzeta dos fios que cruzam o céu, tudo é do mais genérico que se possa imaginar. Não é grave. Identidade é um conceito caótico onde cabe tudo justificado com múltiplo argumentário. Como categoria social, identidade aplica-se a um grupo de gente com determinados atributos, características, normas de conduta, r...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 36 leituras
Quantas gargalhadas por litro tem uma bebida espirituosa?