Rui Reininho (1955)

/ 2522 leituras
Felizmente que a noite sai / Ainda bem que há névoa por ai

Teresa Guedes (1957-2007)

/ 2006 leituras
Geada // Estende-me um véu de tule / para eu noivar o chão.

Carlos Tê (1955)

/ 1791 leituras
Tenho à janela / uma velha cornucópia / cheia de alfazema / e orquídeas da Etiópia

Teixeira de Pascoaes (1877-1952)

/ 1634 leituras
Vivo, porque espero. Lembro-me, logo existo

Daniel Maia-Pinto Rodrigues (1960)

/ 1585 leituras
Amanhece / e no espreguiçar dos olhos / absorvo a tontura do novo dia.

João Manuel Ribeiro (1968)

/ 1527 leituras
O bugalho, / a leveza desmedida / dos dias sem frutos.

João Saraiva (1866-1948)

/ 1484 leituras
Teu hálito parece / Um aroma de flor / Que nunca se colhesse / A aragem mal lhe toca / Logo perfuma os ares…

Almeida Garrett (1799-1854)

/ 1466 leituras
A brisa voga no prado / Perfume nem voz não tem

Aurelino Costa (1956)

/ 1374 leituras
Teu corpo / - ócio de alga e sal / na vastidão do azul

Jorge Sousa Braga (1957)

/ 1335 leituras
Sete da manhã / O sol acorda / com olheiras enormes 

Domingos da Mota (1946)

/ 1302 leituras
Dissesse do Natal o muito que / se olha sem se ver, aquando e onde / o outro é transparente, como se / fosse um corpo invisível que se esconde,

Agustina Bessa-Luís (1922)

/ 1291 leituras
Entre o desejo e a vontade dum homem há muitas vezes um abismo.

Raul Brandão (1867-1930)

/ 1282 leituras
Nenhum de nós sabe o que existe e o que não existe. Vivemos de palavras. Vamos até à cova com palavras.

Eugénio de Andrade (1923-2005)

/ 1264 leituras
É um suspiro a água - / ergue-se / como os lentíssimos lábios do amor / descem pelas espáduas. 

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Eduardo Vítor Rodrigues (1971)

ASSOCIAMOS algum deste trabalho a uma relação forte com as unidades de pediatria e obstetrícia do Hospital de Gaia. Além do aspeto social, temos uma missão de caráter estratégico que visa a sustentabilidade dos nascimentos em Gaia.

Rua da Estrada da Terra com Identidade

NESTE lugar onde se é bem-vindo apesar de não se perceber o nome que lhe puseram, informa-se que estamos numa Terra com Identidade. Está escrito mas não é o que parece: do asfalto aos eucaliptos, dos sinais de trânsito ao edifício-montra vazio, das casas ao poste de iluminação ou à cruzeta dos fios que cruzam o céu, tudo é do mais genérico que se possa imaginar. Não é grave. Identidade é um conceito caótico onde cabe tudo justificado com múltiplo argumentário. Como categoria social, identidade aplica-se a um grupo de gente com determinados atributos, características, normas de conduta, r...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 36 leituras
Quantas gargalhadas por litro tem uma bebida espirituosa?