José Alberto Mar (1955)

/ 452 leituras
Pega-se no nome: Mundo. E em cada letra o som de / uma estrela madura estremece a língua que diz: Mundo

Duarte Solano (1889-1915)

/ 856 leituras
Pela primeira vez em frente de um espelho, / Quando ias vestir o teu babeiro curto, / Viste um mistério, no cristal polido e velho,

António Rebordão Navarro (1933-2015)

/ 688 leituras
Da tinta / ou do sangue / fluem as palavras?

Antero de Alda (1961)

/ 753 leituras
o ódio esconde-se nas franjas do amor…

Fernando Lanhas (1923-2012)

/ 818 leituras
Ficamos assim a olhar para as coisas… / a não entender a mancha que não vive // mas desce e diminui, / não morre

Teixeira de Pascoaes (1877-1952)

/ 1634 leituras
Vivo, porque espero. Lembro-me, logo existo

João Saraiva (1866-1948)

/ 1484 leituras
Teu hálito parece / Um aroma de flor / Que nunca se colhesse / A aragem mal lhe toca / Logo perfuma os ares…

Agustina Bessa-Luís (1922)

/ 1291 leituras
Entre o desejo e a vontade dum homem há muitas vezes um abismo.

Fernando Aguiar (1956)

/ 843 leituras
O poeta / deu / o poema / por / terminado / antes / de o / começar

Inma Doval (1966)

/ 912 leituras
A gata segue esperando / arrapaña o teu bote / de marmelada de arandos / no que xa non queda nada.

Rui Costa (1972-2012)

/ 898 leituras
Não preciso mas tu sabes como eu sou / Encaminho-me pouco divirto-me assim nas copas

Aurélio Porto (1945)

/ 874 leituras
No alto do rochedo o vento faz a bandeira cantar / e marulha como se fosse um oceano.

Arnaldo Mesquita (1930-2011)

/ 783 leituras
Um homem / Novo ou velho / Saiba manter-se de pé

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Eduardo Vítor Rodrigues (1971)

ASSOCIAMOS algum deste trabalho a uma relação forte com as unidades de pediatria e obstetrícia do Hospital de Gaia. Além do aspeto social, temos uma missão de caráter estratégico que visa a sustentabilidade dos nascimentos em Gaia.

Rua da Estrada da Terra com Identidade

NESTE lugar onde se é bem-vindo apesar de não se perceber o nome que lhe puseram, informa-se que estamos numa Terra com Identidade. Está escrito mas não é o que parece: do asfalto aos eucaliptos, dos sinais de trânsito ao edifício-montra vazio, das casas ao poste de iluminação ou à cruzeta dos fios que cruzam o céu, tudo é do mais genérico que se possa imaginar. Não é grave. Identidade é um conceito caótico onde cabe tudo justificado com múltiplo argumentário. Como categoria social, identidade aplica-se a um grupo de gente com determinados atributos, características, normas de conduta, r...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 36 leituras
Quantas gargalhadas por litro tem uma bebida espirituosa?