Raul Brandão (1867-1930)

/ 1282 leituras
Nenhum de nós sabe o que existe e o que não existe. Vivemos de palavras. Vamos até à cova com palavras.

Filipa Leal (1979)

/ 1165 leituras
Nos dias tristes não se fala de aves. / Liga-se aos amigos e eles não estão

Fernando Guimarães (1928)

/ 1195 leituras
Quem são aqueles que ficam ali reunidos e se submetem / a esta ordem que é a da pintura? Estão sentados.

Papiniano Carlos (1918-2012)

/ 1001 leituras
Um galo canta / na manhã futura. / Seu canto espanta / a noite escura.

Fernando Echevarria (1929)

/ 936 leituras
A solidão é sempre fundamento / da liberdade. Mas também do espaço

João Manuel Ribeiro (1968)

/ 1527 leituras
O bugalho, / a leveza desmedida / dos dias sem frutos.

Rui Reininho (1955)

/ 2522 leituras
Felizmente que a noite sai / Ainda bem que há névoa por ai

António Nobre (1867-1900)

/ 813 leituras
Os astros virginais, as límpidas estrelas / Que eu vejo reluzir nas amplidões do ar!

Rodrigo Solano (1879-1910)

/ 931 leituras
"Morrer! Volver ao Nada! Oh! quimera ilusória! / Nada se extingue totalmente. Sob a lousa,

Almeida Garrett (1799-1854)

/ 1466 leituras
A brisa voga no prado / Perfume nem voz não tem

Regina Guimarães (1957)

/ 175 leituras
Há paredes de palavras / a que chamamos textos.

José Manuel Teixeira da Silva (1959)

/ 566 leituras
Não se fala desta luz / a luz ilumina toda a / luz, luminosamente

Ilídio Sardoeira (1915-1987)

/ 319 leituras
Por onde vou vai sempre quem não sou / E, quando chego, quem chegou por mim?

Catarina Ferreira (1990)

/ 640 leituras
É na noite perdida que respiro / Sozinha na amarga felicidade

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Eduardo Vítor Rodrigues (1971)

ASSOCIAMOS algum deste trabalho a uma relação forte com as unidades de pediatria e obstetrícia do Hospital de Gaia. Além do aspeto social, temos uma missão de caráter estratégico que visa a sustentabilidade dos nascimentos em Gaia.

Rua da Estrada da Terra com Identidade

NESTE lugar onde se é bem-vindo apesar de não se perceber o nome que lhe puseram, informa-se que estamos numa Terra com Identidade. Está escrito mas não é o que parece: do asfalto aos eucaliptos, dos sinais de trânsito ao edifício-montra vazio, das casas ao poste de iluminação ou à cruzeta dos fios que cruzam o céu, tudo é do mais genérico que se possa imaginar. Não é grave. Identidade é um conceito caótico onde cabe tudo justificado com múltiplo argumentário. Como categoria social, identidade aplica-se a um grupo de gente com determinados atributos, características, normas de conduta, r...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 36 leituras
Quantas gargalhadas por litro tem uma bebida espirituosa?