Carlos Tê (1955)

/ 1791 leituras
Tenho à janela / uma velha cornucópia / cheia de alfazema / e orquídeas da Etiópia

Manuel António Pina (1943-2012)

/ 1134 leituras
a mão é uma árvore / crescendo para dentro,

Artur Jorge (1946)

/ 289 leituras
Breve / e temerário / o rosto exposto / ao luar

Pedro Homem de Mello (1904-1984)

/ 1036 leituras
Camélias // O perfume delas / É, talvez, a cor…

João Cabral de Melo Neto (1920-1999)

/ 565 leituras
No telefone do poeta / desceram vozes sem cabeça / desceu um susto desceu o medo / da morte de neve.

Ana Luísa Amaral (1956)

/ 940 leituras
Que mais fazer / se as palavras queimam / e tanta coisa em fumo em tanta coisa.

Rosa Alice Branco (1950)

/ 857 leituras
No princípio era o verbo / e agora ninguém responde.

Paulo José Borges (1969)

/ 70 leituras
Espreitou-me um verso / A ver se estava alguém. // Corado avistou-me: / diz que já não vem. 

José Régio (1901-1969)

/ 1076 leituras
Mais uma vez, cá vimos / Festejar o teu novo nascimento, / Nós, que, parece, nos desiludimos / Do teu advento!

João Luís Barreto Guimarães (1967)

/ 832 leituras
Nunca tanto como hoje reparei com atenção / na / luz do sol de Janeiro. Forte

Teresa Guedes (1957-2007)

/ 2006 leituras
Geada // Estende-me um véu de tule / para eu noivar o chão.

Domingos da Mota (1946)

/ 1302 leituras
Dissesse do Natal o muito que / se olha sem se ver, aquando e onde / o outro é transparente, como se / fosse um corpo invisível que se esconde,

Luís Veiga Leitão (1912-1987)

/ 1234 leituras
Natal é renascer / Homem ou pedra que se esconde / Renascer e nascer mudando / O tempo e o lugar onde

César Augusto Romão (1951)

/ 1012 leituras
No Inverno, / nas noites de chuva, // as casas crescem / de cima para baixo

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Eduardo Vítor Rodrigues (1971)

ASSOCIAMOS algum deste trabalho a uma relação forte com as unidades de pediatria e obstetrícia do Hospital de Gaia. Além do aspeto social, temos uma missão de caráter estratégico que visa a sustentabilidade dos nascimentos em Gaia.

Rua da Estrada da Terra com Identidade

NESTE lugar onde se é bem-vindo apesar de não se perceber o nome que lhe puseram, informa-se que estamos numa Terra com Identidade. Está escrito mas não é o que parece: do asfalto aos eucaliptos, dos sinais de trânsito ao edifício-montra vazio, das casas ao poste de iluminação ou à cruzeta dos fios que cruzam o céu, tudo é do mais genérico que se possa imaginar. Não é grave. Identidade é um conceito caótico onde cabe tudo justificado com múltiplo argumentário. Como categoria social, identidade aplica-se a um grupo de gente com determinados atributos, características, normas de conduta, r...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 36 leituras
Quantas gargalhadas por litro tem uma bebida espirituosa?