Caminhar, caminhar é preciso

ANDO nas férias e tomara continuasse mesmo fora delas. Com músicas em engenhoca preparada pelo neto Maurício, há uns sete anos. Isto de usar “ipod” acontece de ano em ano nas caminhadas em I...

Poemas da Alma da EMEF Frederico Ozanan – Pelotas – Brasil

PELOTAS é uma cidade localizada ao Sul do Estado do Rio Grande do Sul, na República Federativa do Brasil. O surgimento parte da data de junho de 1758, quando Gomes Freire de Andrade o Conde ...

Porto visto por Gabriela Rodrigues

GABRIELA Rodrigues é estudante brasileira, a viver na cidade de Sorocaba, no estado de São Paulo. Reconhece-se a escrever literatura sucinta, inspirada, entre outros motivos, pelas mostras e...

Porto visto por Silvania Nascimento

SILVANIA Nascimento vive no Rio de Janeiro, Brasil, onde nasceu. É professora do ensino fundamental e gosta de escrever poesia e memórias, encontrando inspiração no lugar onde reside e no co...

Nada de Ramón por David Vela

Siempre ha de costar el mismo aspaviento meter la cabeza debajo de la ola de la nada. Publicado in Los muertos y las muertas, Madrid, Espasa-Calpe, 1961 e in Ramón Gómez de la Serna, con ...

Low cost transport by Jerzy Stepniak

Propusemos ao Jerzy Stepniak ilustrar o pensamento do PAPEL-PENSANTE da autoria de João Pedro Mésseder: Avião de papel: Mais low cost do que eu não há. * Paper plane: You can’t find l...

Porto visto por Pedro Franco

PEDRO Franco reside no Rio de Janeiro, Brasil. É médico cardiologista há 54 anos, professor emérito de medicina e escritor com vasta obra publicada e premiada. Enquanto autor diz-se inspirad...

Porto visto por Isabel Furini

ISABEL Furini reside no Bairro Novo Mundo, na cidade de Curitiba, Brasil, despois de ter já vivido na Colômbia e na Argentina, onde nasceu. É escritora e educadora. Escreve poemas desde cria...

Porto visto por Fátima d’Oliveira

FÁTIMA d’Oliveira é natural de Vale de Santarém onde reside. Apesar de uma doença neurodegenerativa limitar a sua mobilidade e de a ter impedido de continuar a trabalhar, não deixou de sonha...

Cemitério de Ramón por David Vela

El cementerio está lleno de monstruos, pero no se les ve. Publicado in Los muertos y las muertas, Madrid, Espasa-Calpe, 1961. * O cemitério está cheio de monstros, mas não se vêem.

Porto visto por Francisley da Silva Dias

FRANCISLEY da Silva Dias vive em São Paulo, Brasil, uma das grandes metrópoles do mundo. Diz-se muito urbano e que os seus pensamentos costumam seguir a velocidade daquele lugar paradoxal. É...

Porto visto por Helder Paraná do Coutto

HELDER Paraná do Coutto nasceu em Niterói, Rio de Janeiro, depois viveu em Teresópolis, ambas no Brasil, a seguir Santiago de Compostela, na Galiza, Espanha e, por fim, Estoril, Cascais. É l...

Porto visto por Solange Firmino

SOLANGE Firmino ainda não viveu noutra terra que não o Rio de Janeiro, Brasil. É professora licenciada em Língua Portuguesa e Literatura. Os seus escritos não são tão otimistas como gostaria...

Porto visto por Daniel de Cullá

DANIEL de Cullá nasceu a caminho de Madrid, em Segovia, Espanha. O gosto precoce pelas viagens talvez justifique o facto de já ter vivido em várias cidades nacionais e estrangeiras. Cada uma...

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