E

/ 27 leituras
O E tinha a certeza de ser. Pelo menos dizia que sim. Porém, estranhamente, estava sempre de garras de fora como se fora obrigado a defender-se sabe-se lá que posse de si. Invejava a alegria...

Vivo

/ 198 leituras
Quem é vivo sempre apodrece. Que é vivo sempre se esquece. Por Regina Guimarães, in Casamata, edição douda correria, outubro 2017, versos do poema X Cama

Camélias

/ 59 leituras
O perfume delas É, talvez, a cor... Pedro Homem de Mello in Pedro, Cabanas 1975, página 89.

D

/ 223 leituras
O D sempre achou que era só metade de si. E vinga-se vivendo à dentada, trincando o vazio como que à procura de meia laranja, meia-tijela ou da metade esquerda do coração. Quando o peito se ...

Outono

/ 337 leituras
1. das aves caem as penas. emigram as árvores à procura de outro sol. Por Francisco Duarte Mangas, in A fome apátrida das aves, Modo de ler, página 195. 2. Fosses tu uma ave o...

Homem(ns)

/ 266 leituras
1. Homem sentado escreve-se com h minúsculo. Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, página 32. 2. São de palav...

Família

/ 144 leituras
A família é um buraco absurdo sobre a casa - uma gruta sem acesso - Por Daniel Faria, in Poesia, Homens que são como lugares mal situados, Edições Quasi, 1.ª edição, Novembro de 2003, pá...

Filho(s)

/ 214 leituras
1. O filho é o carrossel à volta da mãe Por Daniel Faria, in Poesia, Homens que são como lugares mal situados, Edições Quasi, 1.ª edição, Novembro de 2003, página 123. 2. Sons da...

Mulher(es)

/ 216 leituras
1. Do enjoo das casas naufragam As mulheres Por Daniel Faria, in Poesia, Últimas explicações, Explicação das marés, Edições Quasi, Novembro de 2003, página 96. 2. As mulheres as...

Rodilhas

/ 210 leituras
Puseram-nos rodilhas à cabeça Um modo antigo de nos virem coroar Por Daniel Faria, in Poesia, Últimas explicações, Explicação dos cântaros, Edições Quasi, Novembro de 2003, página 95.

Teia

/ 185 leituras
A teia é movimento que persiste Em sua paciência. Como Ariadne costurando umbrais Para que Teseu possa vir do nada. Por Daniel Faria, in Poesia, Explicação do labirinto, Edições Quasi,...

Silêncio

/ 287 leituras
1. negociavam com estudado silêncio o resgate dos seus da possibilidade do naufrágio Por João Rios, in Aprendizagem Balnear, Cadernos do Grito, página Resgate. 2. O silêncio é ...

Umbral

/ 193 leituras
O umbral anúncio Por Daniel Faria, in Poesia, Explicação da casa, Edições Quasi, 1.ª edição, Novembro de 2003, página 55. https://youtu.be/1WMIYbmjAyU?t=17s

Degrau

/ 192 leituras
O degrau é paciência Por Daniel Faria, in Poesia, Explicação da casa, Edições Quasi, 1.ª edição, Novembro de 2003, página 55. https://youtu.be/1WMIYbmjAyU

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Rui Moreira (1956)

ESSE dramatismo ligado ao turismo é uma conversa aborrecida. O Porto sempre foi uma urbe gentrificada. Por ingleses, alemães, franceses. […] A ideia de gentrificação é uma ideia aborrecida de uma esquerda reacionária que fala cada vez mais de um fenómeno que não existe.

Rua da Estrada Moderna

TUDO o que possa representar ou evocar um sinal que seja do caos, das coisas desalinhadas dispostas em lugares aleatórios, é anti-moderno. O moderno é claro e luminoso, não admite sombras e rugosidades. Crenças, mistérios ou encantamentos são coisas pretéritas e nevoadas. O moderno é o progresso, o novo, a contínua palpitação das coisas na sua marcha ordenada para um mundo perfeito que verdadeiramente possa ser um mundo onde os outros mundos se desintegraram e se dissolveram por tão desorientados e confusos terem andado dissipando energias a marcar diferenças, lugares únicos, maneiras disti...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 30 leituras
Na aguarela a cor está na água ou na rela?