D

/ 170 leituras
O D sempre achou que era só metade de si. E vinga-se vivendo à dentada, trincando o vazio como que à procura de meia laranja, meia-tijela ou da metade esquerda do coração. Quando o peito se ...

Outono

/ 300 leituras
1. das aves caem as penas. emigram as árvores à procura de outro sol. Por Francisco Duarte Mangas, in A fome apátrida das aves, Modo de ler, página 195. 2. Fosses tu uma ave o...

Homem(ns)

/ 222 leituras
1. Homem sentado escreve-se com h minúsculo. Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, página 32. 2. São de palav...

Família

/ 108 leituras
A família é um buraco absurdo sobre a casa - uma gruta sem acesso - Por Daniel Faria, in Poesia, Homens que são como lugares mal situados, Edições Quasi, 1.ª edição, Novembro de 2003, pá...

Filho(s)

/ 175 leituras
1. O filho é o carrossel à volta da mãe Por Daniel Faria, in Poesia, Homens que são como lugares mal situados, Edições Quasi, 1.ª edição, Novembro de 2003, página 123. 2. Sons da...

Mulher(es)

/ 170 leituras
1. Do enjoo das casas naufragam As mulheres Por Daniel Faria, in Poesia, Últimas explicações, Explicação das marés, Edições Quasi, Novembro de 2003, página 96. 2. As mulheres as...

Rodilhas

/ 170 leituras
Puseram-nos rodilhas à cabeça Um modo antigo de nos virem coroar Por Daniel Faria, in Poesia, Últimas explicações, Explicação dos cântaros, Edições Quasi, Novembro de 2003, página 95.

Teia

/ 146 leituras
A teia é movimento que persiste Em sua paciência. Como Ariadne costurando umbrais Para que Teseu possa vir do nada. Por Daniel Faria, in Poesia, Explicação do labirinto, Edições Quasi,...

Silêncio

/ 245 leituras
1. negociavam com estudado silêncio o resgate dos seus da possibilidade do naufrágio Por João Rios, in Aprendizagem Balnear, Cadernos do Grito, página Resgate. 2. O silêncio é ...

Umbral

/ 154 leituras
O umbral anúncio Por Daniel Faria, in Poesia, Explicação da casa, Edições Quasi, 1.ª edição, Novembro de 2003, página 55. https://youtu.be/1WMIYbmjAyU?t=17s

Degrau

/ 152 leituras
O degrau é paciência Por Daniel Faria, in Poesia, Explicação da casa, Edições Quasi, 1.ª edição, Novembro de 2003, página 55. https://youtu.be/1WMIYbmjAyU

Porta

/ 149 leituras
A porta mora à espera De perfil se ensombra E descansa Por Daniel Faria, in Poesia, Explicação da casa, Edições Quasi, 1.ª edição, Novembro de 2003, página 55. https://youtu.be/1WMIY...

Árvore(s)

/ 106 leituras
1. Como doem as árvores Quando vem a Primavera Por Daniel Faria, in Poesia, Explicações das árvores e de outros animais, Edições Quasi, 1.ª edição, Novembro de 2003, página 34. 2. ...

Plantas

/ 143 leituras
Depois das queimadas as chuvas Fazem as plantas vir à tona Labaredas vegetais e vulcânicas Verdes como o fogo Por Daniel Faria, in Poesia, Edições Quasi, 1.ª edição, Novembro de 2003, ...

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Jorge Nuno Pinto da Costa (1937)

Nas duas últimas jornadas, voltámos ao passado. Para mim, o VAR só tem sido negativo. Quando não há uniformidade de critérios, tem de ser negativo. É inconcebível tanto o que se passou nas Aves, com um penálti não assinalado que nem precisava de VAR, como aquele fora de jogo assinalado no FC Porto-Benfica. Esse é para o Guinness.

Rua da Estrada não se sabe de quê

TEMOS uma extrema necessidade de dar nomes às coisas. Pensamos, talvez, que as coisas não podem existir se não tiverem nomes ou se, baralhados os nomes, confundidos ou trocados, também se confundissem as coisas acabando por colapsar por crise crónica de identidade, anomia ou anonimato. Como pensamos o mundo com palavras, tudo o que não tiver palavras ou palavra que não tenha mundos, se precipitará infinitamente por abismos abertos entre mundos desconhecidos. Dito isto, pensamos também que uma vez as coisas nomeadas por palavras, se perderiam se não fossemos capazes de classificar famílias d...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 299 leituras
Há relógios à prova de vinho?

Errata

/ 299 leituras
No título da notícia publicada no JN de 12 de dezembro de 2017, página 12, onde se lê, “PCP critica Governo refém do capital”, deve ler-se, “PCP refém do Governo critica capital”, por PML