Vegetal

/ 343 leituras
Homem de coração de seiva, sonha ser primavera. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Abóbora-menina

/ 445 leituras
Filha adotiva do hortelão. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Verão

/ 137 leituras
Gosto do cheiro a sargaço inserto na palavra; outras vezes é a sua sombra que procuro. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Jasmim

/ 119 leituras
Pronome pessoal bem cheiroso. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro. SOBRE O AUTOR: Francisco Duarte Mangas (Rossas, 1960) foi professor três anos e jornali...

Nabo

/ 449 leituras
Tubérculo celibatário cultiva os prazeres do estômago. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Lúcia-lima

/ 892 leituras
Casal pacífico; ninguém até hoje lhe conhece o mais pequeno desentendimento. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro

Limão

/ 629 leituras
Tem irmã, bem mais divertida. Ele é um cavalheiro amargo. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro

Terra

/ 333 leituras
Por quantas raízes se tece o íntimo da terra? Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Manjerico

/ 560 leituras
Luminoso nome, cheira a madrugada. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Girassol

/ 71 leituras
Que luz procura quem semeia girassóis? Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Urtigas

/ 329 leituras
Para esta viçosa planta em parte alguma existe mão amiga. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Violeta

/ 103 leituras
Nas grandes paixões sempre existe um pequenino ramo de violetas. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Cidreira

/ 476 leituras
A erva dos aflitos. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro

Fome

/ 246 leituras
Quantas sementes roubaram para te tornar animal indefeso? Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Bragança Fernandes (1948)

O António Costa neste momento está a acender uma vela para que [Rui] Rio ganhe.

Rua da Estrada que não funciona

A RUA da Estrada que não funciona perdeu o asfalto. Regressou à terra. Resta a gravilha, sulcos de terra que o sol irá empoeirar ou lamaçal quando vierem as grandes chuvas. Outros tempos houve em que o bulício não despegava. Para a grande catedral branca rumavam toneladas de grãos de trigo em camiões e do comboio que ali passava iam e vinham outras mercadorias e outra gente que agora deu sumiço. Era a estrada que cruzava a estação, o caminho-de-asfalto e o caminho-de-ferro, esfolado um e desferrado outro. Ficou a estação do tempo salazarento, monumento de arquitectura do Portugal dos Pequen...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 399 leituras
A superfície de Marte dá para grelhar carapau?