Novos Temp(l)os

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RADICADO no Japão há dezasseis anos, a metade dos réveillons que aqui passei foi na cidade de Quioto. E isso por um motivo muito simples: os pais de minha esposa residem nessa belíssima cida...

Filas

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CINEMAS, restaurantes, estações de trem... ou até mesmo para comprar um simples sorvete. Sim, caminhar pelas ruas japonesas significa presenciar, diariamente, filas (termo usado pelos brasil...

ALT

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O TÍTULO deste artigo refere-se à expressão em Inglês ‘Assistant Language Teacher’, uma das atividades preferidas pelos estrangeiros que vêm trabalhar no Japão, uma vez que nem sempre requer...

Carnaval com saquê

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UMA japonesa sambando e um brasileiro tomando saquê, a bebida símbolo da Terra do Sol Nascente. Cenas que, inicialmente, podem parecer estranhas para um país historicamente pouco miscigenado...

Vizinho do silêncio

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ESCREVO esta crônica em meu apartamento, em Saitama – cidade japonesa em que resido há mais de dez anos. São exatamente oito e meia de uma noite de sábado: e, além das teclas de meu computad...

Matsuri

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NO dia 15 de julho, fui a um “matsuri” (“festival”, em Japonês), ocorrido na prefeitura de Chiba – mais precisamente em um bairro chamado Shin-Matsudo. Inicialmente, acostumado às festas de ...

Colegas japoneses

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TRABALHO no Japão desde 2005. Até 2009, fui Consultor de Recursos Humanos. E, desde 2011, tenho lecionado, em Tóquio, idiomas para empresas multinacionais. Nesse período de mais de dez an...

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Bragança Fernandes (1948)

O António Costa neste momento está a acender uma vela para que [Rui] Rio ganhe.

Rua da Estrada que não funciona

A RUA da Estrada que não funciona perdeu o asfalto. Regressou à terra. Resta a gravilha, sulcos de terra que o sol irá empoeirar ou lamaçal quando vierem as grandes chuvas. Outros tempos houve em que o bulício não despegava. Para a grande catedral branca rumavam toneladas de grãos de trigo em camiões e do comboio que ali passava iam e vinham outras mercadorias e outra gente que agora deu sumiço. Era a estrada que cruzava a estação, o caminho-de-asfalto e o caminho-de-ferro, esfolado um e desferrado outro. Ficou a estação do tempo salazarento, monumento de arquitectura do Portugal dos Pequen...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

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A superfície de Marte dá para grelhar carapau?