Carnaval com saquê

UMA japonesa sambando e um brasileiro tomando saquê, a bebida símbolo da Terra do Sol Nascente. Cenas que, inicialmente, podem parecer estranhas para um país historicamente pouco miscigenado...

Vizinho do silêncio

ESCREVO esta crônica em meu apartamento, em Saitama – cidade japonesa em que resido há mais de dez anos. São exatamente oito e meia de uma noite de sábado: e, além das teclas de meu computad...

Matsuri

NO dia 15 de julho, fui a um “matsuri” (“festival”, em Japonês), ocorrido na prefeitura de Chiba – mais precisamente em um bairro chamado Shin-Matsudo. Inicialmente, acostumado às festas de ...

Colegas japoneses

TRABALHO no Japão desde 2005. Até 2009, fui Consultor de Recursos Humanos. E, desde 2011, tenho lecionado, em Tóquio, idiomas para empresas multinacionais. Nesse período de mais de dez an...

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Manuel Pizarro (1964)

ESTAMOS perante uma situação em que, do nosso ponto de vista, existem condições legais para que a Câmara possa ajudar a preservar este estabelecimento comercial. A classificação como Loja de Tradição garantiria, por si só, a proteção deste estabelecimento, mas vamos inquirir junto da autarquia sobre se a câmara foi consultada para o eventual exercício do Direito de Pr...

Rua da Mão do Homem

JÁ começa a ser muito difícil encontrar um lugar no planeta que não tenha sido revolvido ou transformado pela mão do homem. Por via disso, chamam Antropoceno a esta nova era geológica onde, desde a camada do ozono até às profundezas do oceano, a marca dos humanos está tão claramente inscrita no planeta quanto os movimentos da crusta, a deriva dos continentes, as crises de vulcanismo ou a colisão com asteroides e tangências na cauda dos cometas. Por isso também existem topónimos a lembrar estas facécias extraordinárias. Os humanos não têm descanso. Sempre a mexer, a construir, a escavar. Sem...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

A roda dentada tem incisivos?

Errata

Na manchete da revisão Visão de 18-10-2017, onde se lê “Desesperadamente SÓS” deve ler-se “Desesperadamente SOS”, por PML